Processo de investigação livre de valores – investigador pode assumir posição neutra, de independência (externo à investigação) e sujeitos como mero objectos de investigação.
Finalidades da investigação – explicação e controlo generalizando para além do campo da investigação.
Explicações baseadas na regularidade dos fenómenos com base em causas ou situações já passadas ou presentes.
Metodologias empírico-analíticas com base dedutiva.
Técnicas quantitativas com base em questionários, observação sistemática e experimentação.
Dados tratados estatísticamente, fazendo inferências (típico do método dedutivo).
Muitos autores afirmam a incapacidade deste paradigma para problemas educativos
Paradigma Interpretativo
Baseia-se no naturalismo e nos processos qualitativos.
Realidade – é múltipla e intangível; divergente e holística – procura compreendê-la e interpretá-la (teoria interpretativa e da fenomenologia).
Valores do investigador influenciam o processo (dependência e inter-relação entre sujeito/objecto – risco de subjectividade.
Este paradigma e o sociocrítico têm como objectivo a generalização das hipóteses de trabalho em contextos e tempos dados, com explicações ideográficas, indutivas, qualitativas e centradas nas diferenças.
Valores dados e explícitos que influenciam a selecção do problema, da teoria e do método e análise decorrente.
Reciprocidade entre a teoria e a prática, que assenta em critérios de credibilidade, confirmação e transferibilidade.
Metodologia humanista-interpretativa, utilizando técnicas qualitativas, descritivas. O investigador como participante é o principal instrumento de investigação. Análise de dados do tipo qualitativa com introdução da indução analítica e triangulação.
Paradigma Sociocrítico
Fundamenta-se na Teoria Crítica do neomarxismo, etc.
Opõe-se à tradição positivista e interpretativa.
Finalidade de emancipar, criticar e identificar potenciais de mudança.
Transformação da estrutura das relações sociais, tendo como objectivo a sua análise e a construção de respostas a determinados problemas que delas surgem.
Põe em causa a neutralidade da investigação educacional assumindo-se que esta possui um carácter emancipatório e transformador das organizações e processos educativos.
Ideologia ligada ao factor cultural e social e a processos mais reflexivos para produção do conhecimento científico, com o intuito de mudar o mundo.
Inter-relação entre sujeito/objecto influenciada por forte compromisso de mudança.
Ideologia e valores determinam qualquer tipo de conhecimento.
Modelo que apresenta uma relação dialéctica entre teoria e prática (prática é a teoria em acção).
Individuos como agentes de construção e configuração da realidade e como tal, são eles próprios, investigadores.
Critérios de validade – busca da validade por consenso e uso da intersubjectividade na análise de dados.
Metodologia orientada para a prática educativa e perspectiva de mudança.
Tomada de decisões com base na investigação avaliativa e na Investigação-Acção, usando técnicas me que impera o estudo de caso
Quais as grandes diferenças entre investigação quantitativa e qualitativa?
Quantitativa
Reconhece-se e analisa-se dados quantitativos sobre variáveis.
Os investigadores fazem registos narrativos sobre os fenómenos estudados com base em técnicas como a observação participante e entrevistas não estruturadas.
(1)Estuda a associação e relacionamento entre variáveis quantitativas.
Fundamentos: positivismo como reação ao empirismo e mais tarde o neopositivismo.
Indução probabilistica eo positivismo lógico
Medição penetrante e controlada
Objectiva
Confirmatória, inferencial e dedutiva
Orientada para resultado
Dados sólidos e repetitivos
Generalizável
Particularista
Realidade estática
Qualitiativa
Evita a quantificação
Neste caso fá-lo (1) em contextos estruturais e situacionais. Trata de identificar a investigação quantitativa e de determinar em que medida se associa e se correlacionam as variáveis em estudo, a generalização e objectividade dos resultados através de uma amostra para que se possa inferir dentro da probabilidade admissível por essa.
Centra-se na fenomenologia e compreensão
Observação naturista sem controlo
Subjectiva
Exploratória, indutiva e descritiva
Orientada para o processo
Dados ricos e profundos
Não generalizável
Holista
Realidade dinâmica
Quais as características de um bom problema de investigação?
Como caracterizar um estudo de caso em investigação?
Pesquisa muito descritiva
Investigador não intervêm mas dá a conhecer tal como a situação surge.
Descrição factual, literal, sistemática do objecto de estudo.
Profundo alcance analítico
Pode confrontar a situação com outras situações já conhecidas e teorias existentes, podendo gera novas teorias e novas questões para investigação futura.
Não é experimental
Recorre-se a ele quando não se tem controlo sobre os acontecimentos e não é possível nem desejável manipular potenciais causas de comportamento dos participantes (Merriam, 1988; Yin, 1984).
Investigação de natureza empírica
Baseia-se no trabalho de campo. Estuda uma dada entidade no seu contexto real, tirando partido de fontes de evidência como entrevistas, observações. Documentos e artefactos (Yin, 1984
Como começar uma investigação?
Quais as etapas a percorrer num processo de investigação?
1º Circunscrever o tema da investigação
Delimitar o contexto geral (período, zona geográfica, domínios disciplinares, autor(es), Tema:
- Dicionários e enciclopédicas (ponto de partida da investigação).
- Clarificar conceitos implicados.
- Tomar conhecimento com nomes, acontecimentos e palavras-chave que darão pistas para a investigação continuar.
- Informações recolhidas, de forma hierárquica face ao tema da investigação, Contextuais (económico, social, politico, histórico, intelectual, etc), específicas que esclarecem pontos específicos do tema em investigação.
- Enriquecer essas informações com outras referências bibliográficas e documentais.
2º Organizar informações recolhidas em função da investigação
Distinguir as fontes (os textos e informações que vão ser analisadas e que serão a base da investigação).
Distinguir os comentários, estudos e obras que propões sínteses, críticas, análises, interpretações…
Distinguir opiniões pessoais
Seleccionar as obras mais úteis à investigação
Identificar os elementos que figuram nos documentos (titulo, autor, colecção), ajudam a avaliar sobre a importância do conteúdo
Atenção à data da edição quando se pretendem informações actualizadas.
Obras generalistas é desnecessária a sua leitura completa (o sumário e o índice ajuda a seleccionar apenas o que interessa à investigação)
- Alargar a informação a outros domínios mais próximos.
- Organizar as informações em torno de etapas de demonstração (factos, textos, comentários).
- Redigir distinguindo a reflexão pessoal dos textos e comentários aos quais a investigação conduziu.
3º Definir a problemática
Formular a questão(ões) que parecem colocar-se perante o conjunto de informação recolhida. Esta permitirá identificar a(s) hipótese(s) e desenhar as etapas de demonstração
Aprofundar as informações em função das hipóteses identificadas inicialmente para as justificar ou não. Realizar pesquisas bibliográficas e consultar documentos.
Tomar notas de determinadas informações (textos, citações, factos, datas,…) que poderão utilizar na demonstração (com referências precisas para as citações).
Hierarquizar e classificar as informações em função da(s) problemática.
Como deve ser organizado um relatório de investigação?
A Estrutura do Relatório
Pode optar-se por uma estrutura que inclua :
Resumo,
-Objectivo,
-Introdução,
-Procedimento Experimental,
-Resultados
-Conclusão e Crítica dos Resultados.
Estas diferentes partes do relatório são identificadas com subtítulos que devem ser destacados de algum modo (letras maiúscula, sublinhado, tamanho superior, etc.)
O Relatório de trabalho científico deverá ainda obrigatoriamente incluir a bibliografia que foi utilizada. Poderá ainda ter anexos e/ou apêndices.
Resumo
Deverá conter de forma sucinta as questões ou informações mais importantes referidas no relatório, ou seja, explicará a finalidade do trabalho, descreverá o método utilizado apresentará os principais resultados, conclusões. Por exemplo:
"Neste trabalho determinou-se o ponto de fusão do naftaleno e o valor obtido foi de 80ºC, que está de acordo com o valor tabelado."
Esta parte do relatório só deve ser feita no final. Só nessa altura é possível ter a visão global de todo o relatório necessária à elaboração de uma síntese. Está localizado logo no início do relatório.
- Objectivo
Deverá ainda indicar de modo claro e breve quais são os objectivos do trabalho (o propósito), ou seja, qual é o problema a ser resolvido. Evidentemente, é quem orienta a investigação/pesquisa/estudo que deve definir, claramente, quais são os objectivos do trabalho.
2- Introdução
A introdução deve apresentar o tema geral do trabalho experimental, ou seja as suas premissas teóricas.
Pode indicar alguma informação acerca do tema em estudo, nomeadamente, parâmetros com as quais se pretende comparar os resultados obtidos e as previsões, ou seja, os resultados que se esperam obter.
A maior parte das vezes 3 ou 4 parágrafos, bem escritos e fundamentados em bibliografia adequada, são suficientes para introduzir o assunto a tratar.
De pouco vale copiar de livros e/ou da internet longos textos que não se percebem, abordando aspectos irrelevantes e enfadonhos, utilizando linguagem e conceitos que não se dominam e, por vezes até, repetindo várias vezes a mesma ideia.
3- Procedimento Experimental
Salvo indicação contrária, não é necessário indicar a lista de material utilizado no trabalho uma vez que esta já existe na planificação do trabalho experimental (protocolo). No entanto, se o método se basear na utilização de um determinado aparelho - método Instrumental - deve indicar-se o tipo de aparelho utilizado ou a marca/modelo, bem como as suas características técnicas mais importantes (alcance, tolerância, etc.). Se foi necessária uma montagem de equipamentos, deve apresentar-se um desenho esquemático da mesma e respectiva legenda.
Não é necessário fazer um relato detalhado de todos os passos seguidos. No entanto será importante fazer um resumo do procedimento experimental, onde se seleccionem apenas os passos fundamentais. Se os passos essenciais forem devidamente justificados então estaremos a fundamentar a técnica utilizada.
Devem referir-se as alterações/adaptações ao protocolo.
4- Resultados
A apresentação dos resultados deve constituir uma compilação do conjunto de dados/resultados/observações obtidos durante a realização experimental. Sempre que possível, devem ser apresentados em tabelas, quadros, esquemas ou gráficos.
Muitas vezes a apresentação dos resultados resume-se à caracterização das amostras obtidas e/ou às observações efectuadas durante a realização do trabalho.
A análise dos resultados não deverá ter um carácter interpretativo, deverá limitar-se a destacar os resultados considerados mais evidentes ou então a dar-lhes uma forma mais compreensível, geralmente através do seu tratamento matemático, estatístico ou gráfico. Nestes casos, deve apresentar-se apenas um exemplo claro e bem explicado de cada cálculo efectuado.
As medições efectuadas e os resultados de cálculos devem apresentar-se sempre com as respectivas unidades e com o número de algarismos significativos correcto ou com as incertezas respectivas.
5- Conclusão e Crítica dos Resultados
Será necessário realçar os principais resultados e comentá-los de um ponto de vista crítico, traduzindo a opinião do autor sobre o seu interesse e qualidade. Isso implica avaliar se estes são aceitáveis tendo em consideração os objectivos iniciais do trabalho e aquilo que estava previsto ou estipulado, o que, por vezes, envolve uma comparação entre os dados obtidos experimentalmente e a informação bibliográfica. No final desta avaliação deve apresentar-se, claramente, a resposta ao problema enunciado na introdução.
Os fenómenos ou resultados imprevistos devem ser aqui referidos e, sempre que possível, interpretados.
Devem apontar-se as possíveis causas de afastamento dos resultados em relação aquilo que era esperado (erros/incertezas experimentais? de que tipo? de que grandeza? Quais os mais importantes? Haverá deficiências do método utilizado?).
Quando o objectivo do trabalho for utilizar uma determinada técnica experimental, deverão ser indicadas as dificuldades sentidas e limitações identificadas.
Podem ser apresentadas recomendações ou propostas de decisões a tomar em função dos resultados obtidos.
Podem também indicar-se sugestões para investigações posteriores ou ainda, alterações ao procedimento seguido ou à técnica utilizada .
A investigação reflecte uma questão/preocupação/interesse/dúvida que, num certo momento, interessa o investigador num determinado domínio ou área. Em função dos interesses, dos problemas educativos, do contexto que enquadram o investigador numa determinada época ocorrem formas diferentes de responder aos problemas ou de equacionar as respostas para as questões do ensino aprendizagem. Esta perspectiva também deve ter em conta as teorias de aprendizagem predominantes no momento da investigação.
Clara Pereira Coutinho refere três paradigmas da investigação educativa:
- paradigma positivista/quantitativo: controlar e prever os fenómenos
-paradigma interpretativo/qualitativo: compreender os fenómenos educativos para compreender as interacções pessoas/contextos;
-paradigma crítico/emancipatório: intervir no contexto para agir em relação à situação, para a modificar.
É nesta perspectiva que se propõe a classificação de:
-estudos quantitativos: quando se pretende estudar os fenómenos, observando as variáveis, num contexto natural
-estudos qualitativos: centrados nas interacções entre as pessoas e o contexto.
Gomez, Flores & Jimeno (1996) e Punch (1998), propõem esta distinção:
-Estudo de caso: centrada num sujeito, pequeno grupo, ou situação;
- Teoria fundamentada: após recolha dos dados induzem-se as conclusões;
- Etnográfico: observação em contextos naturais, durante um largo período de tempo ;
- Descritivo: diverso dos casos acima referidos.
-estudos mistos: diversos dos casos acima referidos, ao mesclarem métodos diversos ou por serem distintos dos anteriores ( é o caso da investigação acção, dos estudos de avaliação ou estudos de desenvolvimento).
WIKI- Encontros
Questões para trabalho:
http://w3.dren.min-edu.pt/infoefa/novidades_fotos/24_espiral5.jpgQuais os paradigmas em que se pode inserir a investigação educacional?
Paradigma Positivista
Paradigma Interpretativo
Paradigma Sociocrítico
Quais as grandes diferenças entre investigação quantitativa e qualitativa?
Quantitativa
Qualitiativa
Quais as características de um bom problema de investigação?
Como caracterizar um estudo de caso em investigação?
Como começar uma investigação?
Quais as etapas a percorrer num processo de investigação?
2º Organizar informações recolhidas em função da investigação
Recontextualizar o texto:
3º Definir a problemática
Como deve ser organizado um relatório de investigação?
Pode optar-se por uma estrutura que inclua :
Estas diferentes partes do relatório são identificadas com subtítulos que devem ser destacados de algum modo (letras maiúscula, sublinhado, tamanho superior, etc.)
O Relatório de trabalho científico deverá ainda obrigatoriamente incluir a bibliografia que foi utilizada. Poderá ainda ter anexos e/ou apêndices.
Resumo
Deverá conter de forma sucinta as questões ou informações mais importantes referidas no relatório, ou seja, explicará a finalidade do trabalho, descreverá o método utilizado apresentará os principais resultados, conclusões. Por exemplo:
"Neste trabalho determinou-se o ponto de fusão do naftaleno e o valor obtido foi de 80ºC, que está de acordo com o valor tabelado."
Esta parte do relatório só deve ser feita no final. Só nessa altura é possível ter a visão global de todo o relatório necessária à elaboração de uma síntese. Está localizado logo no início do relatório.
- Objectivo
Deverá ainda indicar de modo claro e breve quais são os objectivos do trabalho (o propósito), ou seja, qual é o problema a ser resolvido. Evidentemente, é quem orienta a investigação/pesquisa/estudo que deve definir, claramente, quais são os objectivos do trabalho.
2- Introdução
A introdução deve apresentar o tema geral do trabalho experimental, ou seja as suas premissas teóricas.
Pode indicar alguma informação acerca do tema em estudo, nomeadamente, parâmetros com as quais se pretende comparar os resultados obtidos e as previsões, ou seja, os resultados que se esperam obter.
A maior parte das vezes 3 ou 4 parágrafos, bem escritos e fundamentados em bibliografia adequada, são suficientes para introduzir o assunto a tratar.
De pouco vale copiar de livros e/ou da internet longos textos que não se percebem, abordando aspectos irrelevantes e enfadonhos, utilizando linguagem e conceitos que não se dominam e, por vezes até, repetindo várias vezes a mesma ideia.
3- Procedimento Experimental
Salvo indicação contrária, não é necessário indicar a lista de material utilizado no trabalho uma vez que esta já existe na planificação do trabalho experimental (protocolo). No entanto, se o método se basear na utilização de um determinado aparelho - método Instrumental - deve indicar-se o tipo de aparelho utilizado ou a marca/modelo, bem como as suas características técnicas mais importantes (alcance, tolerância, etc.). Se foi necessária uma montagem de equipamentos, deve apresentar-se um desenho esquemático da mesma e respectiva legenda.
Não é necessário fazer um relato detalhado de todos os passos seguidos. No entanto será importante fazer um resumo do procedimento experimental, onde se seleccionem apenas os passos fundamentais. Se os passos essenciais forem devidamente justificados então estaremos a fundamentar a técnica utilizada.
Devem referir-se as alterações/adaptações ao protocolo.
4- Resultados
A apresentação dos resultados deve constituir uma compilação do conjunto de dados/resultados/observações obtidos durante a realização experimental. Sempre que possível, devem ser apresentados em tabelas, quadros, esquemas ou gráficos.
Muitas vezes a apresentação dos resultados resume-se à caracterização das amostras obtidas e/ou às observações efectuadas durante a realização do trabalho.
A análise dos resultados não deverá ter um carácter interpretativo, deverá limitar-se a destacar os resultados considerados mais evidentes ou então a dar-lhes uma forma mais compreensível, geralmente através do seu tratamento matemático, estatístico ou gráfico. Nestes casos, deve apresentar-se apenas um exemplo claro e bem explicado de cada cálculo efectuado.
As medições efectuadas e os resultados de cálculos devem apresentar-se sempre com as respectivas unidades e com o número de algarismos significativos correcto ou com as incertezas respectivas.
5- Conclusão e Crítica dos Resultados
- Será necessário realçar os principais resultados e comentá-los de um ponto de vista crítico, traduzindo a opinião do autor sobre o seu interesse e qualidade. Isso implica avaliar se estes são aceitáveis tendo em consideração os objectivos iniciais do trabalho e aquilo que estava previsto ou estipulado, o que, por vezes, envolve uma comparação entre os dados obtidos experimentalmente e a informação bibliográfica. No final desta avaliação deve apresentar-se, claramente, a resposta ao problema enunciado na introdução.
- Os fenómenos ou resultados imprevistos devem ser aqui referidos e, sempre que possível, interpretados.
- Devem apontar-se as possíveis causas de afastamento dos resultados em relação aquilo que era esperado (erros/incertezas experimentais? de que tipo? de que grandeza? Quais os mais importantes? Haverá deficiências do método utilizado?).
- Quando o objectivo do trabalho for utilizar uma determinada técnica experimental, deverão ser indicadas as dificuldades sentidas e limitações identificadas.
- Podem ser apresentadas recomendações ou propostas de decisões a tomar em função dos resultados obtidos.
- Podem também indicar-se sugestões para investigações posteriores ou ainda, alterações ao procedimento seguido ou à técnica utilizada .
Como elaborar um Relatório Científico in: http://etlafqmat.com.sapo.pt/fq/lab/rel.htmComo citar as fontes usadas numa investigação?
Outras consultas feitas:
Clara Pereira Coutinho refere três paradigmas da investigação educativa:
É nesta perspectiva que se propõe a classificação de:
Gomez, Flores & Jimeno (1996) e Punch (1998), propõem esta distinção:
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